Em almas muito orientais, o universo não vai além da própria casa. O ancestral me alertou: tanto faz sangue ou crayon, escrever é sempre esse corte, tanto faz o lugar onde as coisas acontecem, viver é morrer nesse jump aí.
Jai guru deva om.
Nas Minas eu seria mais baiana. Na Bahia, seria quem me dera. No resto do mundo, preta, branca ou espelho.
Em almas muito universais, o desoriente, tanto faz.