E houve tempo em que as ervilhas eram maiores, mais maduras, mais humanas.
Houveram dias, como naquele em que sentei com Tulipa em frente à escultura da mãe na Praça Buenos Aires. Em dias como aquele, bastava ir embora ao decidir-se.
Engravidar-se e ir-se.
E dias há em que não se pode nem levantar, quanto menos sentar ou parir.
Dias há em que as ervilhas são demasiadamente verdes. Muito humanas.